A Justiça Eleitoral no Maranhão realiza nesta segunda-feira (19) a diplomação do prefeito reeleito em São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PDT) e do vice Júlio Pinheiro (PCdoB). A solenidade será às 17h, no Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana, no bairro Cohafuma.
Além do prefeito e do vice, serão diplomados os 31 vereadores eleitos para a Câmara Municipal, além de dois suplentes de cada uma das coligações e partidos políticos que disputaram a eleição em outubro.
A posse do prefeito Edivaldo Holanda Júnior e do vice Júlio Pinheiro ocorrerá no dia 1º de janeiro, à tarde, logo após a posse dos vereadores eleitos na Câmara de São Luís.
Lista dos candidatos eleitos a serem diplomados:
Prefeito
Edivaldo Holanda Júnior (PDT)
Vice
Júlio Pinheiro (PCdoB)
Vereadores e suplentes
Unidos por São Luís (PRTB/ PTN/ REDE)
Eleitos
Genival Alves
Silvino Abreu
Suplentes
Basileu
Zeca Medeiros
Coragem Para fazer (PMDB/ PRP)
Eleito
Afonso Manoel
Suplentes
Sebastião Albuquerque
Alex Paiva
Partido Social Democrático (PSD)
Eleito
César Bombeiro
Suplentes
Jean Mary
Riba
Partido Social Liberal (PSL)
Eleitos
Chico Carvalho
Pereirinha
Suplentes
Dr. Ubirajara
Sebastião Uchôa
Por Amor a São Luís 1 (PP/ PSB)
Eleitos
Nato Júnior
Estevão Aragão
Chaguinhas
Suplentes
Nelsinho
Kátia Lobão
Juntos para seguir em frente (PDT/ DEM/ PR/ PROS)
Eleitos
Osmar Filho
Astro de Ogum
Pavão Filho
Raimundo Penha
Marquinhos
Beto Castro
Aldir Júnior
Ivaldo Rodrigues

SUPLENTES

Paulo Victor 
Barbosa Lages.
O Trabalho continua (PTC/ PT)
Eleitos
Honorato Fernandes
Edmilson Jansen
Suplentes
Antônio Garcez
Vieira Lima
Partido Humanista da Solidariedade (PHS)
Eleitos
Professor Sá Marques
Edson Gaguinho
Suplentes
Dr. Cosmo
Beto do Comércio
Juntos para seguir em frente 1 (PTB/ PEN)
Eleitos
Pedro Lucas Fernandes
Marcial Lima
Concita Pinto
Suplentes
Joãozinho Freitas
Domingos Paz
São Luís de Todos Nós (PCdoB/ PSC)
Eleitos
Marcelo Poeta
Fátima Araújo
Bárbara Soeiro
Ricardo Diniz
Suplentes
Rommeo Amin
Batista Matos
São Luís de Verdade 2 (PSDB/PPS/ PSDC)
Eleitos
Dr. Gutemberg
Umbelino Júnior
Josué Pinheiro
Suplentes
Armando Costa
Pintinho Itamaraty
Do blig do John Cutrim.
A Câmara Municipal de São Luís realizou na noite da última quarta-feira (14) sessão solene para entrega da medalha de mérito Simão Estácio da Silveira, considerada a maior honraria do Legislativo ludovicense. A honraria ocorreu no auditório da Federação da Indústria do Estado do Maranhão (Fiema) e foi concedida a 93 personalidades que prestam relevantes serviços públicos à sociedade ludovicense, sendo prestigiadas com a outorga da comenda.
Entre os homenageados da noite estavam os jornalistas John Cutrim (blogueiro do Jornal Pequeno) e Dalvana Mendes, os prefeitos Gil Cutrim, de São José de Ribamar e Hilton Gonçalo, de Santa Rita; além de empresários, políticos, militares, advogados, magistrados, lideranças comunitárias, religiosas, dentre outros.
O presidente do legislativo municipal, vereador Astro de Ogum (PR), em entrevista à imprensa, disse estar extremamente honrado em ter a oportunidade de reconhecer o trabalho e o compromisso de cidadãos que prestam relevantes serviços públicos à sociedade ludovicense.
— Algumas pessoas não convivem diretamente com o Legislativo, e muitas vezes, têm uma imagem deturpada. O reconhecimento da Câmara é fundamental e cada um que está sendo homenageado é importante para a vida política do município — disse.
Por indicação do vereador Professor Lisboa (PCdoB), a medalha foi outorgada ao Tenente Coronel Honório, que mencionou a homenagem como reconhecimento de seu trabalho como militar.
— Estou emocionado e honrado pelo reconhecimento desta que é uma honraria sem igual, a maior comenda do parlamento. Agradeço ao vereador Lisboa, pois tivemos uma história de vida juntos e é muito gratificante receber essa medalha — declarou.
A homenagem dos vereadores acontece desde 2006. Todo ano cada um dos 31 parlamentares escolhe de uma a três personalidades para serem homenageadas seja um líder político, um empresário, um trabalhador ou qualquer outro cidadão que tenha prestado relevantes serviços à sociedade ludovicense nos mais variados segmentos sociais.
COMO SURGIU?  
A medalha Simão Estácio da Silveira foi instituída pela Lei Orgânica do Município e regulamentada pela resolução do plenário 05/95 e é destinada a agraciar personalidades locais, nacionais ou estrangeiras que tenham contribuído para o município de São Luís. Em cada período legislativo, os vereadores, individualmente, outorgam a medalha para três personalidades.
Simão Estácio da Silveira foi o fundador e primeiro presidente do Senado da Câmara de São Luís, segundo registros históricos. Tais registros assinalam que a comunicação desse fato à Coroa de Portugal, tão importante para a história política de São Luís e do Maranhão, deu-se em 9 de dezembro de 1619.
Texto: Anielle Granjeiro



O deputado federal Rubens Pereira Jr. (PCdoB-MA) recebeu na tarde da última terça-feira, 13, Norma Cavalcanti, presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (CONAMP). Das mãos da presidente recebeu um estudo sobre a reforma do Código de Processo Penal (CPP) que está em discussão na Câmara dos Deputados..


Rubens Jr. é um dos relatores da reforma do CPP em discussão no parlamento. O CPP é o conjunto de regras e princípios que define procedimentos para a aplicação das punições, de acordo com o Direito Processual Penal ou Processo Penal. Desde 1941, quando foi criado, o Código só sofreu algumas alterações em 2008, que foram insuficientes. Do jeito que está, o texto gera prejuízos em relação ao exercício de direitos de cidadania.

Para Rubens Jr. é essencial que o novo CPP tenha um caráter mais moderno e que se adeque à nova realidade do país: “muito já foi feito, mas é chegada a hora de mirar nossa energia para a reforma do Código de Processo Penal, adequando-o à modernidade”, ressaltou.
Rubens agradeceu o estudo feito pela CONAMP, entidade de classe nacional que representa mais de 16 mil promotores, e procuradores de Justiça do Ministério Público brasileiro.

Do blog do Neto Weba.



Na manhã desta quinta-feira (15) a 55º zona eleitoral da cidade de Carutapera (MA) realizou no Palácio Legislativo Gervásio Santos a cerimonia de diplomação do Prefeito eleito de Carutapera, André Dourado (PR), do Vice-Prefeito eleito, Milton Maia, vereadores e suplentes.


A cerimonia foi presidida pelo Juiz da 55º eleitoral, Alexandre Antônio José de Mesquita que na oportunidade entregou a cada um dos eleitos e suplentes o diploma de seu referido cargo.

André recebeu o Diploma das Mãos da esposa e do filho

André foi o primeiro a receber o diploma, quebrando o protocolo ele recebeu o diploma das mãos de sua esposa e do seu filho. Com um semblante de entusiasmo e emoção, será empossado dia 1º de Janeiro de 2017 Prefeito de Carutapera.

Milton Maia, Vice-Prefeito eleito também recebeu seu diploma, e disse ficar muito feliz em ter chegado ao cargo que irá exercer a partir de Janeiro de 2017.

Os vereadores eleitos também foram diplomados, sendo eles: Geremias Guerra, Jeovane Maia, Lucio, Pipirão, Renato Filho, Lauro M Silva, Pedro Odemar, Petrônio Mesquita e Zé Carlos Diniz.

A cerimonia de diplomação dos eleitos e suplentes de Carutapera foi marcada por um grande publico que lotou a câmara municipal.
                   Numa solenidade bastante concorrida, os Prefeitos de Paço Do Lumiar(Domingos DUTRA), e Raposa(Talita LACY), foram diplomados ontem, respectivamente, em uma solenidade única.na Cidade de Paço Do Lumiar.O evento, aconteceu no clubão da Assembléia Legislativa, que fica localizado na Av. 01, no bairro do Maiobão, no distrito de Paço Do Lumiar. Além da presença de familiares;correligionários; amigos e eleitores, o prestigiado evento político, contou também, com a participação de inúmeras autoridades políticas, dentre as quais, podemos destacar: o Prefeito de Lagoa Grande: Chico Freitas, e, o Prefeito reeleito de Barão Do Grajaú: Gleydson Resende.

Junto com Domingos Dutra e sua Vice-Prefeita Maria Paula( Paula da Pindoba), receberam o documento oficial das mãos do juiz eleitoral da 93° zona eleitoral; Flávio Roberto Ribeiro Soares; 17 Vereadores eleitos e reeleitos, na última eleição Luminense.Da mesma forma, ao lado de Talita Lacy; e do seu Vice-Prefeito: Alan da Madeireira, foram diplomados: 11 Vereadores Raposenses.


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Pecuária e defensivos são vítimas de ataques e desinformação.
Avanços notáveis têm acontecido no tema da sustentabilidade da agricultura brasileira, seja pela aplicação mais rigorosa das leis, seja pelo uso generalizado de técnicas conservacionistas que trazem ganhos econômicos para os produtores. Melhorou também o diálogo e a parceria entre empresas, associações, ONGs e grupos de pesquisa, como a Coalizão Brasil Clima Agricultura, Florestas e Agricultura e o Grupo Técnico da Pecuária Sustentável (GTPS), que tem desenvolvido parcerias interessantes e inovadoras.
Porém, no debate atual chamam a atenção dois mitos que continuam sendo repetidos ad nauseam, sem a necessária evidência dos fatos. O primeiro é a acusação de um persistente atraso na pecuária de corte brasileira e o outro é um suposto uso excessivo de defensivos agrícolas pela agricultura. Esses dois pontos foram levantados em eventos ocorridos na Conferência do Clima em Marrakesh, em recente evento no Insper e agora em um artigo desnecessariamente espinhoso de Daniela Chiaretti no "Valor Econômico" de 5/12, intitulado "As bravatas de Blairo".
Utilizamos uma frase deste artigo para tratar da questão do uso de defensivos na agricultura tropical brasileira: "O Brasil é líder inconteste no uso de venenos lançados sobre o campo, colheitas, trabalhadores, índios, donos de terras, animais, solo, água, produtos agrícolas e consumidores".
Não é de espantar que o Brasil, com uma agricultura situada entre as maiores e mais produtivas do mundo, seja o país que apresenta o maior consumo de defensivos, erroneamente chamados de "veneno". Ocorre, porém, que o correto não é comparar consumo absoluto, mas sim o relativo, por hectare ou por unidade de produto gerada. Nosso consumo médio de defensivos é de 5 kg de ingredientes ativos por hectare, bem abaixo do observado na Holanda (20,8 kg), no Japão (17,5 kg) e na Bélgica (12 kg), países que gostam de apontar o dedo contra o Brasil.
Um estudo da Kleffmann mostra que, enquanto o uso de defensivos por unidade produzida cresce 120% na China e 47% na Argentina desde 2004, no Brasil ele decresce 3%.
E vale destacar que ao contrário dos países de clima temperado, que contam com o inverno e a neve para quebrar o ciclo das pragas e doenças, aqui se produz o ano todo sob clima quente e úmido, sendo que em muitos lugares fazemos duas ou até três safras na mesma área.
Especialistas afirmam que, se os defensivos não fossem utilizados, a produção agrícola sofreria uma redução da ordem de 50%, que certamente provocaria desmatamentos adicionais, além do risco de forte elevação dos preços dos alimentos.
Já em relação à pecuária de corte, não há dúvida de que existe grande disparidade na produtividade do gado e das pastagens. Mas ainda assim a evolução do campo foi fantástica: entre 1990 e hoje, a área ocupada com pastagens caiu de 188 milhões para 167 milhões de hectares, ao mesmo tempo em que o rebanho aumentou de 147 milhões para 214 milhões de cabeças, o maior do mundo.
Em 2015, a produtividade chegou a 60 kg de carne/hectare, ao crescer impressionantes 143% no período. Isso ajuda a explicar porque o preço real do boi caiu para metade do que era na década de setenta. Se os 10 milhões de toneladas de carcaça de 2015 fossem produzidos com a tecnologia do início da década de 1990, a pecuária estaria usando não 167 milhões, mas sim 400 milhões de hectares, o que acarretaria em muito desmatamento. Isso comprova que os ganhos da pecuária são evidentes, ainda que heterogêneos.
O "aprimoramento continuo" da sustentabilidade agropecuária brasileira é um fato inconteste. Não há dúvida que ainda temos um longo caminho a percorrer pela frente, mas não há um único país que tenha avançado em produtividade e conservação ambiental na mesma escala que o Brasil nos últimos 25 anos.  
Nota: artigo escrito em parceria com Mauricio Palma Nogueira, sócio e diretor de pecuária na Agroconsult (http://www.agroconsult.com.br/




Polícia Federal deflagrou operação em 11 Estados e no Distrito Federal contra um esquema de corrupção em cobranças judiciais de royalties da exploração mineral que teve a Vale entre as empresas prejudicadas; esquema envolvia um diretor do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) que oferecia os serviços de advocacia e de consultoria a municípios com créditos junto a empresas de exploração mineral para participação na fraude; Justiça determinou bloqueio judicial que pode alcançar R$ 70 milhões; dentre os investigados, está o pastor evangélico Silas Malafaia, que foi alvo de condução coercitiva, suspeito de usar contas correntes da igreja para ocultar a origem ilícita dos valores


Reuters - A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira operação em 11 Estados e no Distrito Federal contra um esquema de corrupção em cobranças judiciais de royalties da exploração mineral, que, segundo uma fonte da PF, teve a Vale entre as empresas prejudicadas.
De acordo com a PF, o esquema envolvia a participação de um diretor do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM)detentor de informações privilegiadas a respeito de dívidas de royalties. O suspeito oferecia os serviços de escritórios de advocacia e uma empresa de consultoria a municípios com créditos junto a empresas de exploração mineral para participação na fraude.
A Justiça determinou bloqueio judicial de valores depositados que podem alcançar 70 milhões de reais, segundo a PF.
A chamada operação Timóteo foi iniciada em 2015, depois que a Controladoria-Geral da União (CGU) enviou à PF uma sindicância que apontava incompatibilidade na evolução patrimonial de um diretor do DNPM, que pode ter recebido valores que ultrapassam 7 milhões de reais, de acordo com a PF.
Policiais Federais cumprem 16 mandados de prisão e 29 conduções coercitivas, além de mandados de busca e apreensão em 52 endereços relacionados à suposta organização criminosa, nos Estados de Bahia, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins, além do Distrito Federal.
Segundo a Polícia Federal, a organização criminosa investigada se dividia em ao menos quatro grandes núcleos: captador, operacional, político e colaborador, este último com envolvimento de uma liderança religiosa.
Entre um dos investigados, segundo a PF, está uma liderança religiosa que teria recebido valores do principal escritório de advocacia responsável pelo esquema. Uma fonte da PF disse que o líder religioso em questão seria o pastor evangélico Silas Malafaia, suspeito de ter usado contas correntes de uma instituição religiosa com a intenção de ocultar a origem ilícita dos valores.
O nome Timóteo dado à operação se refere ao livro bíblico de Timóteo, segundo a PF.



Paulo Paim no Plenário do Senado Federal Diante da sucessão de revelações sobre pagamento de propinas pelo Grupo Odebrecht a diversos políticos, inclusive atuais e ex-ministros do Presidente Michel Temer, aumentam as pressões no Congresso Nacional contra o próprio presidente da República.


Primeiro, foi o ex-diretor de Relações Institucionais do Grupo Odebrecht, Cláudio Melo Filho, quem revelou que somente o PMDB recebeu das empresas mais de R$ 10 milhões de forma ilícita. Depois, foi o próprio ex-presidente da empresa, Marcelo Odebrecht, quem confirmou esses pagamentos. Desta forma, Michel Temer, que foi presidente nacional do PMDB, vê-se cada vez mais pressionado.

Esta semana, inclusive, o Senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), da própria base aliada, sugeriu que, diante da gravidade da crise, Michel Temer tivesse "um gesto de grandeza e renunciasse à Presidência da República". Temer, porém, disse que não tem a menor intenção de deixar o Palácio do Planalto. Mais incisivo, o Senador Paulo Paim (PT-RS) disse à Sputnik Brasil que não vê possibilidades de o atual Governo se manter: "A situação é gravíssima e a posição do Presidente Michel Temer é muito delicada. Por muito menos do que isso a Presidente Dilma Rousseff foi afastada do cargo. Agora, as denúncias dos empresários atingem diretamente o presidente da República e todos os ministros do chamado núcleo duro do Governo, como Eliseu Padilha e Moreira Franco." Segundo Paulo Paim, a preocupação é manifesta no Congresso Nacional: "Os debates se sucedem em Plenário, e a minha convicção é de que este Governo não se sustenta até março. Fala-se até numa tolerância até março de 2017 com este Governo. Não há mais condições políticas para Michel Temer prosseguir na Presidência da República". Em relação à proposta de renúncia de Temer, apresentada por Ronaldo Caiado, Paulo Paim observou: "Eu também já tinha falado nesta possibilidade. Foi em abril passado, quando um grupo de senadores, do qual eu participava, apresentou a ideia da renúncia Rousseff (então ainda no poder) e de Michel Temer. Como estávamos ainda na primeira metade do segundo mandato de ambos, haveria tempo para convocação de eleições diretas. Mas a ideia não foi aceita pelos parlamentares. Agora, tudo indica que em 2017, já na segunda metade do mandato, teremos eleições indiretas com a escolha do próximo presidente da República competindo ao Congresso Nacional." Segundo ainda Paulo Paim, dois nomes estão sendo cogitados no Congresso para uma eventual sucessão antecipada de Michel Temer: o do ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso (que já negou qualquer possibilidade de retornar à Presidência da República) e o do ex-ministro, ex-parlamentar e ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Nelson Jobim. ..
Rum cubanoAlta representante para Relações Exteriores da UE Federica Mogherini cumprimenta o chanceler cubano Bruno Rodríguez Parrilla




O Ministério das Finanças da República Tcheca disse nesta quinta-feira (15) que Cuba propôs uma maneira incomum de reembolsar sua dívida da era da Guerra Fria com o país europeu: o inigualável rum da ilha
.
porta-voz da pasta tcheca, Michal Zurovec, disse que as autoridades cubanas propuseram pagar US$ 276 milhões à República Tcheca, referentes a uma dívida que remonta à época em que ambos os países eram parte do bloco comunista. 

Se a proposta se concretizar, os tchecos podem esperar receber cargas e cargas de rum cubano por bem mais de um século. De acordo com o Escritório de Estatísticas da república, só no ano passado o país fez importações da bebida de Havana no valor de mais de US$ 2 milhões. No entanto, Zurovec diz que os tchecos ainda prefeririam que a dívida fosse pelo menos parcialmente paga em dinheiro.
Petistas  da Esquerda Revolucionária do Partido, poderão derrotar? À corrente mais SARNOPETISTA da Legenda: A Conservadora CNB!


Morreu no final da manhã desta quarta-feira (14), em São Paulo, o Cardeal Dom Paulo Evaristo Arns; religioso estava internado desde o dia 28 de novembro com broncopneumonia; Dom Paulo tinha 95 anos, 71 anos de sacerdócio e 76 anos de vida franciscana; trabalho pastoral de Arns foi voltado principalmente aos habitantes da periferia, aos trabalhadores, à formação de comunidades eclesiais de base nos bairros e à defesa e promoção dos direitos humanos; ele também teve atuação marcante na luta contra a ditadura militar no Brasil

Agência Brasil* - Morreu no final da manhã hoje (14), em São Paulo, o Cardeal Dom Paulo Evaristo Arns. Ele estava internado desde o dia 28 de novembro com broncopneumonia, no hospital Santa Catarina. Ontem (13), o estado de saúde do arcebispo emérito da Arquidiocese de São Paulo havia piorado ele estava na UTI em função de problemas na função renal.
Dom Paulo tinha 95 anos, 71 anos de sacerdócio e 76 anos de vida franciscana. Ele era cardeal desde 1973 e foi arcebispo metropolitano de São Paulo entre 1970 e 1998.
O velório terá início no final da tarde na Catedral da Sé.
O trabalho pastoral de Arns foi voltado principalmente aos habitantes da periferia, aos trabalhadores, à formação de comunidades eclesiais de base nos bairros e à defesa e promoção dos direitos humanos. O portal Memórias da Ditadura, do Instituto Vladimir Herzog, relata parte da atuação do cardeal, que ganhou destaque já em 1969, quando passou a defender seminaristas dominicanos presos por ajudarem militantes opositores.
Biografia
Dom Paulo Evaristo Arns nasceu no dia 14 de setembro de 1921 em Forquilhinha (SC) e ingressou na ordem franciscana em 1939. Foi ordenado presbítero em novembro de 1945 na cidade de Petrópolis (RJ). Frequentou a Sorbonne de Paris, onde estudou patrística (filosofia cristã) e línguas clássicas. Foi professor e mestre dos clérigos e chegou a atuar como jornalista profissional. Trabalhava como vigário nos subúrbios de Petrópolis quando foi indicado bispo auxiliar de Dom Agnelo Rossi, em São Paulo, em 1966. Foi nomeado arcebispo de São Paulo em outubro de 1970, aos 49 anos.
Com formação em filosofia e teologia, Arns escreveu 56 livros e recebeu mais de uma centena de títulos nacionais e internacionais. Entre seus livros mais conhecidos está Brasil: Nunca Mais, um projeto conduzido de forma clandestina entre os anos de 1979 e 1985, desenvolvido pelo Conselho Mundial de Igrejas e pela Arquidiocese de São Paulo, sob a coordenação do reverendo Jaime Wright e de Dom Paulo e que retrata as torturas e outras graves violações a direitos humanos durante a ditadura militar brasileira.
Entre outros episódios de sua trajetória, destacam-se também sua atuação contra a invasão da Pontifícia Universidade Católica (PUC), comandada pelo então secretário de Segurança Pública de São Paulo, coronel Erasmo Dias, em 1977, e o planejamento da operação para entregar ao presidente dos Estados Unidos, Jimmy Carter, uma lista com os nomes de desaparecidos políticos.
Em março de 1973, ele presidiu a "Celebração da Esperança", em memória do estudante Alexandre Vannucchi Leme, morto pela ditadura. No ano seguinte, acompanhado de familiares de presos políticos, apresentou ao general Golbery do Couto e Silva um dossiê relatando os casos de 22 desaparecidos. Em outubro de 1975, celebrou na Catedral da Sé o histórico culto ecumênico em homenagem ao jornalista Vladimir Herzog, morto pelo regime militar. Anos depois defendeu o voto popular na campanha Diretas Já.
Em outubro deste ano, ele foi homenageado no Teatro da Pontifícia Universidade Católica (Tuca), na capital paulista, pelos seus 95 anos de vida, e pela sua atuação política. A cerimônia foi marcada por relatos de ações de Arns contra a ditadura militar, nas décadas de 60 e 70, e em defesa dos direitos humanos. O papa Francisco enviou uma mensagem especialmente para a comemoração. O cardeal compareceu e fez uma breve fala de agradecimento ao final.
Posições firmes
Em entrevista à BBC Brasil, em abril de 2014, o ativista de direitos humanos argentino Adolfo Perez Esquivel, de 82 anos, ganhador do Prêmio Nobel da Paz em 1980, disse que foi salvo duas vezes por dom Paulo Evaristo Arns durante a ditadura no Brasil. "Dom Paulo, certamente, falou com autoridades do Brasil para que eu fosse liberado. Mas não sei as gestões exatas que ele fez. O que sei é que ele não perdeu tempo em organizar uma manifestação na porta da delegacia para me salvar. E me salvou", disse.
O cardeal mantinha posições firmes. Em 1984 defendeu a instalação da Assembleia Nacional Constituinte, responsável pela elaboração de 1988 - que só viria a ser instalada em 1987. "Toda crise é momento de mudanças qualitativas. A crise que estamos atravessando é profunda. Estamos procurando deixar para trás uma fase pouco feliz da nossa História. A Constituinte será ocasião de preparar estruturas para a nova etapa. Considero essencial que ela se instale e comece o seu trabalho o mais cedo possível", disse Arns na publicação Lua Nova: Revista de Cultura e Política.
A palavra esperança fazia parte dos discursos do cardeal. Na cerimônia de posse como arcebispo de São Paulo, perante cerca de 5 mil fiéis, declarou: "Venho do meio do povo desta arquidiocese a que já pertencia, do clero a quem amo e de quem sou irmão, dos religiosos que comigo se esforçam para serem sinal e esperança dos bens que estão para chegar, dos leigos que entendem o serviço aos irmãos como tarefa essencial de sua existência."
A palavra também foi dita quando soube da morte da irmã, Zilda Arns, vítima do terremoto no Haiti em 2010: "Que nosso Deus em sua misericórdia acolha no céu aqueles que na terra lutaram pelas crianças e pelos desamparados. Não é hora de perder a esperança. Ela morreu de uma maneira muito bonita, morreu na causa que sempre acreditou".
* Colaborou Elaine Patrícia Cruz. Com informações do portal Memórias da Ditadura e da Arquidiocese de São Paulo