O prefeito de São Luís, Eduardo Braide (Podemos), tem diante de si um verdadeiro “presente de grego”, deixado pelo antecessor, Edivaldo Holanda Júnior (PDT). Trata-se do inevitável realinhamento da tarifa do transporte coletivo, que deveria ter sido aplicado em setembro de 2020, conforme prevê o contrato da licitação do serviço, em vigor desde 2017, mas não foi tratado como prioridade, tantas eram as questões a resolver pelo antigo gestor no final do mandato.

Na época, o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de São Luís (SET) chegou a oficializar um pedido de reposição de R$ 0,30 (trinta centavos) do preço da passagem de ônibus, o que resultaria na elevação para R$ 4,00 (quatro reais) da tarifa mais alta – a mais baixa custa R$ 3,20 (três reais e vinte centavos).

Acontece que passados quase cinco meses desde a solicitação do SET e pouco menos de dois meses da posse de Braide como prefeito de São Luís, alguns fatos novos tornam não só inevitável e urgente o realinhamento tarifário, como impõem a necessidade de recálculo do percentual de reajuste da passagem inicialmente apresentado.

Diesel disparou

Um deles é a alta do preço do óleo diesel, combustível que abastece a frota de coletivos da capital e de toda a região metropolitana. Como o valor do insumo disparou nas bombas, após sucessivos aumentos implementados pela Petrobras nas refinarias, as empresas e consórcios que detêm as concessões das linhas de transporte público da Ilha de São Luís viram seus ganhos ficarem ainda mais defasados, com risco iminente de queda brusca da qualidade dos serviços.

Outro fator que torna inevitável a readequação da tarifa é a ampliação de uma para duas horas do Bilhete Único, benefício instituído pela gestão passada que permite aos usuários de ônibus se locomoverem para diferentes destinos por determinado período pagando uma só passagem. A duplicação do tempo para uso do Bilhete Único, concedida no apagar das luzes da administração de Edivaldo, também impactou o sistema.

Para completar, está se aproximando a data-base dos rodoviários, o que obriga as empresas a repor, pelo menos, as perdas inflacionárias sofridas pela categoria em seus salários no último ano. Este, certamente, é mais um fator a pressionar o preço da tarifa de ônibus de São Luís, que, por sinal, é a mais baixa dentre todas as capitais brasileiras.

Caso semelhante

Em meio ao impasse, vale citar que várias cidades já paralisaram o serviço de transporte público, como a vizinha Teresina. Para piorar, há capital piauiense não há, até agora, perspectiva de retorno da circulação dos ônibus, já que a prefeitura local deve mais de R$ 10 milhões em subsídios às empresas do setor.

Ao prefeito Eduardo Braide, cabe buscar o melhor para a população, o que inclui, além de uma.passagem de ônibus justa e acessível, atuar para garantir o direito pleno e legítimo à mobilidade, proporcionando ao serviço meios para subsistir e livrando-o da ameaça de um colapso.

 

A Secretaria Municipal de Planejamento e Finanças (SEMPAF) tem transformado o cenário deixado pela gestão anterior com a quitação de dívidas, impostos e regularização das pendências financeiras de São José de Ribamar que chegam a mais de 9,5 milhões de reais.

O trabalho da nova gestão na Prefeitura de São José de Ribamar atingiu os 50 dias e já se nota as diferenças de uma gestão que está preocupada em resolver os problemas da cidade e cuidar do povo ribamarense.

Os primeiros dias da gestão foram voltados para quitar as dívidas do imposto previdenciário que totalizou R$ 3.200.000,00. Foram regularizados os pagamentos de serviços essenciais como limpeza pública no valor de R$ 3.2000.000,00, energia elétrica R$ 680.000,00, BRK R$ 70.497,20, além de outros contratos que se encontravam com mais de três meses de atraso.

Todas as informações estão disponíveis no portal da transparência no link despesa 2021.

Além disso, a SEMPAF realizou o recadastramento dos servidores e foi dado andamento em diversos processos parados de servidores relacionados à licença e outros benefícios que o servidor tem direito.

“Demos o início na busca de recursos em instituições bancárias para aplicarmos em infraestrutura e em demandas necessárias para a locomoção do povo ribamarense. Esse projeto trará benefícios a uma grande parte da população”, destacou André Luiz Siqueira Santos, secretário da SEMPAF.

 

A convite do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Othelino Neto (PCdoB), o vereador Paulo Victor – 2º vice-presidente da Câmara de São Luís, fez uma visita de cortesia ao gabinete da Presidência do Legislativo na manhã desta segunda-feira (22/2).

Além de estreitar os laços, o encontro serviu para firmar uma parceria entre os dois para 2022. “A visita serviu para buscar valores alicerçados na politica do bem e propositiva, ombrearemos a luta por São Luís ao lado do amigo Othelino Neto que acolhe nossa jornada por dias melhores para todos nós!”, destacou o vereador.

 

O presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Osmar Filho (PDT), que presidiu os trabalhos na sessão desta última terça-feira (23), no Parlamento Ludovicense, destacou o projeto de lei (027/2021), do Executivo, que cria o Auxílio Municipal Emergencial e beneficiará cantores e cantoras, grupos tradicionais, blocos, bandas e agremiações carnavalescas da capital maranhense.

Para o pedetista, o recurso é necessário para garantir o subsídio dos artistas e de outros profissionais de cultura que, segundo ele, estão entre os mais prejudicados pela pandemia no país.

“Vivemos ainda um momento conturbado, devido à proliferação dessa doença, que é a covid-19. A classe cultural, grupos e blocos que estavam acostumados neste período de fevereiro a trabalhar e fazer o que sempre fizeram tiveram que parar e frear seu trabalho, por isso, um novo normal surgiu e o Poder público precisou agir diante dessa crise, e Sao Luís precisava pensar em soluções para esse setor”, pontuou.

Equivalente a isso, o vereador ressaltou os entes culturais do estado e da cidade e o repasse do auxílio como essencial nestes tempos de não carnaval.

“A cadeia produtiva do nosso estado e da cidade é extensa e forte, esse recurso chega em um momento propício e muito contribuirá com os nossos fazedores de cultura que engrandecem a nossa história e o nosso rico Maranhão,” disse o vereador.

Vale destacar que após autorização do colegiado de vereadores, o documento legislativo segue para sanção do prefeito Eduardo Braide (Podemos).

Sobre o benefício

A Secretaria Municipal de Cultura publicará editais de chamamento, com os critérios para a solicitação, e o Auxílio será pago em parcela única e terá valor mínimo de R$ 1.000,00 (mil reais) e máximo de R$ 10.000,00 (dez mil reais). O investimento para o auxílio são próprios e somam o total de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais).

 

O presidente da República, Jair Bolsonaro, deu mais um passo importante para deixar claro para os consumidores, os motivos que levam os combustíveis a terem valores diferentes nos estados e do alto valor que tem sido cobrado.

Bolsonaro baixou um decreto que obrigará, em no máximo 30 dias, os postos a exibir a composição de preços e os tributos que incidem sobre os combustíveis. O texto foi publicado no Diário Oficial da União de terça-feira (23).

Segundo o decreto, “os consumidores têm o direito de receber informações corretas, claras, precisas, ostensivas e legíveis sobre os preços dos combustíveis automotivos no território nacional”.

Além disso, um “painel afixado em local visível do estabelecimento” deverá mostrar os valores estimados de tributos das “mercadorias e dos serviços”, apresentando: o valor médio regional no produtor ou no importador; preço de referência para o ICMS; valor do ICMS; valor de PIS e Cofins; e valor da Cide-Combustíveis.

Vale lembrar que Bolsonaro já confirmou que irá zerar os impostos federais no preço do diesel e do gás de cozinha. A medida começa a valer a partir de março.

A decisão de Bolsonaro acabou pressionando governadores a diminuir o valor da cobrança do ICMS para tentar amenizar o preço aos consumidores.

Só que na terça-feira, o deputado estadual governista, Duarte Júnior (Republicanos), que já comandou o Procon-MA, assegurou que os governadores podem até zerar o ICMS, que o valor continuaria alto para os consumidores.

“Estão começando a repetir a narrativa de que este aumento ocorre tão e exclusivamente por causa do ICMS. Nós sabemos que o ICMS faz parte da composição do valor do combustível, mas com essa política leonina, abusiva praticada pela Petrobrás, poderiam todos os governos zerar o valor do ICMS que o valor continuaria alto para os consumidores”, afirmou.

O decreto de Bolsonaro vai mostrar quem tem razão na polêmica.

É aguardar e conferir.

 

Em seu discurso na tribuna da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Roberto Costa fez um apelo, em nome da prefeita de Buriti Bravo, Luciana Leocadio e toda a população do município, ao Governo do Estado solicitando reforços para a segurança pública do município.

A prefeita entrou em contato com o deputado fazendo um apelo sobre a falta de estrutura para a polícia militar que atua na cidade, que já não tem como atender as necessidades do município em razão da crescente onda de criminalidade.

O deputado fez uma indicação,  solicitando à Secretaria de Segurança Pública possa encaminhar uma viatura para atender a demandas do município de Buriti Bravo, já que hoje, o município que tem quase 25 mil habitantes, conta com 12 policiais, 6 a cada turno, que dependem de uma única viatura da cidade de Colinas.

“Quero agradecer ao secretário Jefferson Portela por ter nos atendido e já ter buscado uma interlocução com a prefeita Luciana Leocadio. Essa questão da insegurança em Buriti Bravo tem tirado a tranquilidade da nossa população. É importante o diálogo, levar nossas reivindicações e buscar esse entendimento através do nosso papel aqui na Assembleia, que com certeza trará melhorias para Buriti Bravo”, finalizou.

 


O vereador Octávio Soeiro (Podemos), usou a tribuna da Câmara de São Luís, na manhã desta terça-feira (23), para destacar a aprovação do projeto de lei que cria o Auxílio Municipal Emergencial destinado aos fazedores de cultura de São Luís.

Soeiro que foi favorável ao Auxílio Emergencial Cultural, disse que as manifestações culturais precisavam dessa assistência por parte da Prefeitura.

“Hoje com muita alegria que eu votei a favor do auxílio emergencial aos fazedores de cultura. Um projeto que ampara os artistas locais e agremiações carnavalescas que foram afetados pela pandemia”, disse o vereador.

O parlamentar aproveitou para parabenizar a gestão do prefeito Eduardo Braide.

“Seguimos, fazendo do nosso mandato, um mandato de todos! Parabéns, prefeito Eduardo Braide pela sensibilidade e valorização da nossa rica cultura! A Liberdade aplaudiu, a Madre de Deus festejou. O São Cristóvão abençoou”, finalizou.

Sobre o auxílio – O Auxílio Municipal Emergencial – Carnaval de São Luís será pago em parcela única e terá valor mínimo de R$ 1.000,00 (mil reais) e máximo de R$ 10.000,00 (dez mil reais). Os recursos para o auxílio são próprios e somam o total de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais).

Como funciona – A Secretaria Municipal de Cultura publicará editais de chamamento, com os critérios para a solicitação do Auxílio Municipal Emergencial, que será destinado às seguintes categorias: cantores e cantoras; agremiações carnavalescas; blocos e grupos tradicionais; bandas e grupos musicais. Todos os interessados deverão comprovar participação nos circuitos oficiais do Carnaval promovidos pelo Município ou o Estado nos últimos dois anos.

 

Uma sessão plenária que com certeza entrará para a história da Assembleia Legislativa do Maranhão, foi a desta terça-feira, 23, em que a deputada Andreia Martins Rezende (DEM), discursou da tribuna adaptada e completamente acessível da Casa. Desde o início do mandato, a parlamentar discursava da Mesa Diretora, pois nenhuma das duas tribunas possuía acessibilidade, fato constantemente solicitado pela deputada ao presidente do Legislativo, deputado Othelino Neto (PCdoB).

Em mais um discurso forte e repleto de emoção, Andreia explanou sobre a felicidade em poder ter sua solicitação atendida e falar para todos de forma igualitária. Falou das formas em que as políticas de acessibilidade devem abrir portas e romper barreiras para promover autonomia, independência, inclusão, plena e efetiva participação das pessoas com deficiência na sociedade.

“Acredito que os órgãos públicos é que tem que inicialmente vivenciar e ter um olhar diferenciado para a acessibilidade. Esta Casa, na pessoa do presidente Othelino, dá esse exemplo a todo o meu Maranhão. E é por isto que eu quero ser voz nesta tribuna, nesta Casa e no mundo para que junto com todos vocês, e com as pessoas de bom coração que abraçam esta causa, possamos acordar este cegos de humanidade e deficientes de amor que insistem em construir espaços públicos sem levar em conta a autonomia e segurança de uma pessoa com deficiência”, destacou Andreia.

O presidente Othelino Neto e os demais parlamentares presentes na sessão, complementaram o discurso em apoio à parlamentar e ressaltaram as correções estruturais que vêm sendo feitas na Casa do Povo.

Um dia e um discurso que viraram um marco de esperança para as pessoas com deficiência, em que respeito pela diferença, a aceitação da diversidade humana e a igualdade de oportunidades passam a ser respeitadas, afinal, a acessibilidade é uma condição fundamental para a participação plena de todos na sociedade.

Marco Histórico – O presidente Othelino Neto manifestou-se, afirmando que o pronunciamento de Andreia Rezende marca a história da Assembleia Legislativa e de sua passagem pela Presidência.

“Fiquei também emocionado com este momento. Nós tínhamos essa dívida, uma dívida histórica com as pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e estamos corrigindo essa falha”, acentuou, citando algumas das intervenções feitas na Casa para permitir a acessibilidade.

“Temos essas intervenções, que vêm desde a entrada da Assembleia. Nós, inclusive, já concluímos. Falta agora apenas uma pequena intervenção da Prefeitura de SãoLuís, que já solicitamos, do outro lado da avenida e no canteiro central, para que qualquer pessoa que queira chegar aqui, e que não tenha como vir de carro, possa descer do ônibus e ter acesso às nossas dependências. Do portão de entrada para cá, já foram feitas as intervenções para permitir acessibilidade”, acrescentou Othelino.

 Thaiza Hortegal articula projetos com vice-governador Carlos Brandão

Thaiza Hortegal com o vice-governador do Maranhão, Carlos Brandão. 
 

A deputada estadual Dra. Thaiza Hortegal (PP) apresentou, nesta segunda-feira, ao vice-governador do Maranhão, Carlos Brandão, uma série de projetos com foco no desenvolvimento do Baixo Parnaíba e Baixada Maranhense. 

"A maioria das demandas é fruto de reunião dos prefeitos com os quais tenho dialogado, desde o início deste ano, com foco, principalmente, no Baixo Parnaíba, sem esquecer do importante trabalho que já fizemos pela Baixada e dos quais, hoje, colhemos os frutos. As maiores necessidades estão nas áreas da saúde, infraestrutura, emprego e renda. Foi muito importante ouvir Carlos Brandão e conhecer sua visão de desenvolvimento para o Maranhão. Então, vem coisa boa por aí!", disse a deputada.

Ainda nesta segunda-feira, a deputada esteve com o prefeito de Bequimão, João Martins, e colocou-se à disposição para ajudar o município nesta nova fase de gestão.

"Foi uma excelente reunião envolvendo a situação da zona rural de Bequimão, barragem, reforma de escolas, novo Farol do Saber e importantes projetos para o empreendedorismo e incentivo ao jovem no mercado de trabalho. Saibam que podem contar comigo para revolucionar esse município e continuarmos avançando no desenvolvimento da minha querida Baixada Maranhense", destacou Thaiza Hortegal.  

 

Há pouco mais de 40 dias na chefia da Comunicação da Câmara Municipal de São Luís, o jornalista Marco Aurélio D’Eça já se destaca entre os colegas gestores por conseguir dar visibilidade midiática às ações da gestão do vereador Osmar Filho e de toda a Casa. Com quase 30 anos de experiência no jornalismo maranhense, Marco D’Eça fala da carreira, das relações políticas, da imprensa maranhense e arrisca opinar sobre as eleições 2022, nesta entrevista:

Jornal Pequeno – Com pouco mais de 40 dias à frente da Comunicação da Câmara, a gente já começa a ver a notícia dos vereadores girar com maior facilidade, a Câmara está mais presidente na mídia. Como ocorre?
Marco Aurélio D’Eça – Eu tive a sorte de chegar ao comando da comunicação da Câmara Municipal no momento em que aquele Poder está se renovando, sob a batuta do vereador Osmar Filho (PDT). A Casa tem hoje maior participação no poder municipal, é de lá que saem as mais importantes ações que repercutem na mídia. A Câmara vem se renovando há dois anos, já tem o ISSO 9001, chamou concursados, implantou a Gestão de Qualidade e deu nova cara aos trabalhos de plenário. Com toda essa gama de coisas, há sempre material para trabalhar na mídia.

JP – Há chefes de comunicação de instituições com orçamento bem maior que o seu e que não conseguem fazer a notícia girar na mídia como a Câmara tem feito neste início de ano…
D’Eça – Eu entendo que um bom gestor de comunicação tem que ter passado pela base profissional. Eu tive a honra de ser repórter e editor de jornal, atuei em rádio e na TV. Criei uma relação muito boa com todos os profissionais da minha área, mesmo aqueles com os quais não tinha relação próxima. Não se consegue fazer comunicação se a gente não tiver relação com jornalistas. Não basta ser poderoso, ter relação com empresários, ser dono de empresa de mídia, ter relações nacionais ou ser influente culturalmente. Sem a base, não se anda. A realidade da comunicação no Maranhão, hoje, impõe que se tenha relação não apenas com os grandes jornais, mas também com o blogueiro pequeno, lá do interior. Não basta falar em rádio tradicional; precisa também lidar com os podcasts, os digitais influencers. Essa é a realidade da mídia hoje. É isso que faz a notícia do seu assessorado chegar com ais facilidade na ponta. Ignorar esta realidade é se perder como gestor de comunicação. Eu tenho orgulho de ter essa relação com a base profissional, com os meus colegas jornalistas, de todos os meios. Talvez isso ajuda na divulgação das nossas ações na Câmara.

JP – Você passou anos no grupo Sarney, como editor do jornal O Estado do Maranhão; agora tem ligações públicas com o senador Weverton Rocha. Como se deu esta mudança?
D’Eça – Não houve mudança alguma. Eu trabalhei quase 25 anos no jornal O Estado do Maranhão e hoje mantenho a mesma relação com meus antigos colegas e com os proprietários da Casa. Sou amigo, admirador e eleitor de Roseana Sarney. Com Weverton Rocha a relação também é de amizade, muito antes de ele ter mandato político. Foi meu deputado federal em 2010 e 2014. E um dos meus senadores em 2018. Sou um jornalista político, e como tal, exerço a política 24 horas por dia. Meu cargo na Câmara, hoje, por exemplo, é um cargo político, não há dúvida. E não ficarei triste se puder contemplar uma chapa que tenha, em 2022, não apenas Weverton Rocha, mas também Roseana Sarney. Já imaginou esta possibilidade?

JP – Há ruídos na sua presença como diretor de comunicação da Câmara?
D’Eça – Nenhum. Nem com os vereadores, muito menos com a imprensa. Na atual bancada tenho irmãos como Batista Matos e Marcial Lima, meus colegas de profissão. Tenho amigos como Beto Castro, Doutor Gutemberg, Astro de Ogum, Chico Carvalho, Umbelino Júnior. Entre os novos, conheço o Otavio Soeiro desde a infância. Aliás, o pai dele, Albino, me deu a primeira oportunidade no rádio esportivo, em 1995, na Rádio Timbira. Na imprensa a mesma coisa: me relaciono com os medalhões e com os novos talentos. Quando cheguei na Diretoria de Comunicação, deixei claro à equipe: a comunicação é de todos os vereadores. Vamos trabalhar por todos. E assim a gente vai fazendo a notícia girar.

 

Cidade Verde

O governador W.ell. ngton Dias (PT) anunciou agora há pouco que ficarão suspensas até o dia 7 de março todas as atividades presenciais, com exceção dos serviços essenciais. A medida vem após a ocupação de leitos de UTI chegar a mais de 90% e o risco de colapso na rede de saúde. O governo não divulgou ainda o decreto, mas adiantou algumas medidas do “lockdown parcial” que ocorrerá com medidas semelhantes ao do ano passado. 

O comércio, bares, restaurantes suspendem o atendimento presencial e os serviços só irão funcionar por delivery.

Veja o que funcionará:

I – mercearias, mercadinhos, mercados, supermercados, hipermercados, padarias; 
II – farmácias, drogarias, produtos sanitários e de limpeza; 
III – lavanderias; 
IV – postos revendedores de combustíveis, distribuidoras de gás, oficinas mecânicas e borracharias;
V – lojas de conveniência e de produtos alimentícios, situadas em rodovias e BRs, na zona rural; 
VI – hotéis, com atendimento exclusivo dos hóspedes; 
VII – distribuidoras (exceto de bebidas alcoólicas) e transportadoras; 
VIII – serviços de segurança e vigilância; 
IX – serviços de alimentação preparada e bebidas exclusivamente para sistema de delivery ou drive-thru; 
X – bancos, serviços financeiros e lotéricas; 
XI – serviços de telecomunicação, processamento de dados, call center e imprensa; 
XII – transportes de passageiros;
XIII – hospitais e laboratórios;
XIV – prestação de serviços de atividades físicas.

Ficam proibidos:

Atividades religiosas de forma presencial – missas e cultos;

Suspensos atividades em parques, praias e espaços que podem gerar aglomerações;

Proibidos as realizações de festas, shows, atividades culturais e esportivas; 

Ficam suspensas as atividades presenciais em todos os órgãos públicos e irão funcionar apenas 30% de atividades presenciais de servidores;  

Suspende aulas presenciais e ficam apenas as remotas; 

Após reunião com membros do comitê de operações emergenciais e representantes da Prefeitura de Teresina, o governador Wellington Dias anunciou alterações no decreto que estabelece medidas de restrição para fortalecer o combate à covid-19 no estado. A partir da quarta-feira, atividades econômicas consideradas não essenciais não poderão funcionar em todo o estado do Piauí assim como atividades religiosas e aulas presenciais, na rede pública e privada.

As medidas começam a valer  das 0h de quarta-feira e seguem até o dia 7 de março. Durante esse período, poderão funcionar apenas atividades consideradas essenciais, atividades da construção civil,  e área da saúde. Comércio, bares e restaurantes somente funcionarão por meio do sistema delivery.

“A situação é muito grave. Temos um problema real, em relação a mais profissionais. Não estamos encontrando profissionais para criar mais leitos. Estamos com dificuldade também para o abastecimento, de remédios e insumos. Em razão disso, estamos pedindo a contribuição das pessoas. Vamos fazer um esforço muito grande para reduzir os adoencimetos e óbitos, para garantir a retomada com menos prejuízos para a própria economia”, destacou o governador Wellington Dias.

Ainda de acordo com o governador, inicialmente as medidas seriam adotadas apenas em regiões mais atingidas, mas o Estado mudou o posicionamento após ouvir os técnicos do COE.

“A medida prevalece para todo o Estado.  Eu mesmo estava colocando a necessidade de ter uma posição para as quatro regiões mais afetadas, porém, o comitê orientou e nos acatamos que todo o Piauí terá que seguir esse regramento”, disse

O vice prefeito de Teresina, Robert Rios, confirmou que a Prefeitura da capital vai seguir as determinações do decreto estadual. Ele também alertou para as dificuldades no combate a pandemia da Covid-19.

“O decreto abrange todo o Piauí e Teresina está dentro do Piauí. O interesse da cidade de Teresina não é de restringir comércio, mas evitar que a epidemia cresça. Precisamos pensar nas vidas humanas, mas também precisamos pensar nos comerciantes. Sabemos o quanto é doloroso para o comerciante, por isso que pedi pra que nenhum decreto começasse a valer hoje”, disse Robert Rios. 

Participaram da reunião, o governador Wellington Dias, o vice prefeito de Teresina, Robert Rios, o secretário Estadual de Saúde, Florentino Neto, o presidente da Fundação Municipal de Saúde, Gilberto Albuquerque. Além deles, membros do comitê de operações emergenciais e representantes da vigilância sanitária e também marcaram presença.

 

Na tarde da última quinta-feira (18), o prefeito Luciano e o secretário municipal de Saúde, Fred Lobato, estiveram em reunião com a diretoria do Hospital Dr. Antenor Abreu, oportunidade em que avaliaram o trabalho desenvolvido e discutiram a respeito dos planos para os próximos meses. Na oportunidade Luciano Genésio entregou a direção da unidade kit de cozinha, composto por um fogão industrial com forno, um geladeira duplex, um freezer grande, um freezer médio, e um botijão de gás.

“Desde o início de nossa gestão temos realizado melhorias em todos os setores do município, hoje mais um avanço importante, a entrega desse material ao Hospital Antenor Abreu, esse kit cozinha irá melhorar a qualidade e quantidade de alimento que é produzido e servido aqui no hospital, estamos trabalhando para cada vez mais melhorar o atendimento de nossas unidade de saúde”, afirmou Luciano.

Agilidade no preparo e qualidade no armazenamento dos alimentos, as refeições preparadas com base nas orientações do profissional de nutrição são parte importante na recuperação dos pacientes que estão internados na unidade.

“Estamos muito felizes com a chegada desse material, na verdade vieram em ótima hora, pois necessitamos muito dessa melhoria. Vamos instalar tudo e começar a usar imediatamente, teremos com todas certeza mais agilidade no preparo dos alimentos e mais qualidade no que está sendo servido aos nosso pacientes”, falou Julyercio Diniz, diretor do Hospital Regional Dr. Antenor Abreu.

 

O deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) posicionou-se, na manhã deste sábado (20), a respeito da decisão do prefeito de São Luís, Eduardo Braide (Podemos), de criar um auxílio emergencial municipal para socorrer artistas e agremiações atingidos pelo cancelamento do Carnaval em virdtude da pandemia da Covid-19.

O projeto que institui o auxílio emergencial já foi encaminhado à Câmara e deve ser votado nos próximos dias (saiba mais).

Ao abordar a proposta, o deputado Wellington destacou a postura ativa do prefeito Eduardo Braide e lamentou a omissão de Flávio Dino que, mesmo com R$683 milhões acumulados, não tem iniciativa alguma.

“É com alegria que recebo a notícia de proposta de implantação do auxílio emergencial cultural. Em um momento marcado pelo desemprego, medidas como essa do prefeito Eduardo Braide demonstram a sensibilidade de que a população necessita. Como deputado estadual, na Assembleia Legislativa, sigo firme na solicitação para que o governador Flávio Dino também siga esse exemplo e adote medidas no âmbito estadual. Atualmente, há cerca de R$ 683 milhões acumulados no Fundo Maranhense de Combate à Pobreza, o FUMACOP, mas o governador segue calado. Nos últimos anos, a pobreza cresceu no Maranhão. Flávio Dino permanece omisso. Sigo atento para reconhecer ações importantes e, também, para reconhecer uma atuação que faz a diferença na vida das pessoas. É por isso que Flávio Dino tinha medo que EU ou o Braide fossemos prefeito de São Luís, por que ele sabía que temos ATITUDE PARA FAZER e que a população ia acordar, pois ele (Flávio Dino) é só propaganda com dinheiro público para mostrar um Maranhão que não existe. Portanto, parabenizo aqui ao prefeito Eduardo Braide e reafirmo o meu compromisso em defender sempre a população de São Luís”, disse o deputado Wellington.

 

Da Coluna do Sarney. 

Quando assumi a Presidência da República, tive a grande felicidade de encontrar um companheiro de visão do mundo, Raúl Alfonsín, presidindo a Argentina. Tornou-se um querido amigo, de quem eu e a Argentina sentimos imensa falta. As relações entre nossos países estavam marcadas por preconceitos de ambas as partes, que se estendiam às populações. Éramos vizinhos voltados de costas um para o outro. Com coragem Alfonsín aceitou meu convite para visitar Itaipu, considerada pelos militares argentinos como uma ameaça mortal. A partir daí estruturamos uma aliança que nos deveria conduzir para uma união latino-americana nos moldes da União Europeia. 

Participamos do que Perez de Cuella disse ser a maior onda de redemocratização do mundo, incluindo muitos países da América Latina. Internamente, no entanto, tivemos que enfrentar grandes desafios para implementar a transição para a democracia nos dois países.  

Lá e cá criou-se a ideia de que a simples assunção do poder civil bastava para resolver todos os problemas. Mas enfrentamos grandes desafios, sobretudo no setor econômico, inteiramente desestruturado e com enormes problemas inflacionários. Não conseguimos solidariedade para resolver os problemas da dívida externa e escapar da tutela do FMI.  

Agimos juntos no plano internacional, não nos deixando arrastar para aventuras. Junto com o Presidente do Uruguai, Julio Sanguinetti, Alfonsín e eu criamos o Grupo de Apoio a Contadora para não entrarmos para o Grupo de Contadora e ser arrastados para as guerras da América Central, nebulosas e trágicas. Óscar Arias, da Costa Rica, que partilhou de nossa posição, ganhou então o Prêmio Nobel da Paz. 

Na Argentina, Alfonsín resolveu antecipar a transferência do governo para seu sucessor, o peronista Carlos Menem. Eram os meses finais de meu governo. Menem tinha ciúme mortal de minha relação com Alfonsín e obsessão com os EUA. Queria ser “aliado preferencial” e forjou, por seu chanceler, um dogma: Argentina devia ter “relações carnais” com os Estados Unidos. Ofereceu-se de todas as maneiras, mas não quiseram levá-lo para o leito nupcial.  

Sugeriu entrar para a OTAN, ouvindo do espanhol Solana a lembrança da geografia escolar de que seu país não estava no Atlântico Norte. Argumentava que nós também tínhamos nos metido com a Europa, participando das duas guerras mundiais. Ele, então, enviou duas fragatas para a Guerra do Golfo!  

A aliança que Alfonsín, Sanguinetti e eu estabelecemos visava, como disse, à integração plena. Mas Carlos Menem tinha sonhos de pertencer ao Primeiro Mundo. No governo teve muitas dificuldades, principalmente de ordem econômica. Soube enfrentá-las e foi um grande líder político, dando uma nova face ao peronismo, que com ele deixou o radicalismo de esquerda para ser um partido que incorpora algumas teses do liberalismo. Com todas as dificuldades, foi um presidente que, pelo seu estilo, deixou sua marca na História da Argentina


A Prefeitura de São Luís fez a entrega de 800 cestas básicas a trabalhadores do comércio informal que tiveram perda em sua renda por causa da não realização de festas carnavalescas este ano, em decorrência da pandemia de Covid-19. A entrega aconteceu na manhã deste sábado (20), no Parque do Bom Menino, e foi acompanhada pelo prefeito Eduardo Braide, que destacou a importância da ação.

“A pandemia tem afetado muitas famílias com a perda ou diminuição da sua renda. Por isso, precisamos ajudar quem mais precisa neste momento. Os vendedores ambulantes estão sendo afetados não apenas pela não realização do Carnaval neste ano, mas com a não realização de outras festividades importantes desde o ano passado. Por isso, em parceria com a iniciativa privada, estamos fazendo a entrega de cestas básicas, garantindo alimento na mesa destas famílias”, afirmou o prefeito.

A ação, articulada pela Agência Municipal de Desenvolvimento Econômico e Social (AMDES), contou com a parceria das empresas Fribal, Roque Aço e Cimento, Centro Elétrico e Potiguar.

 “O prefeito Eduardo Braide, muito sensível com esta parcela dos trabalhadores de São Luís, determinou que a AMDES articulasse ações no sentido de minorar os impactos econômicos da pandemia. Nós fizemos contato com empresas parceiras que prontamente nos ajudaram com a aquisição das cestas básicas que foram entregues hoje”, disse o presidente da AMDES, Felipe Mussalém.

Os vendedores informais beneficiados com a ação foram mapeados pelo Sindicato do Comércio de Vendedores Ambulantes de São Luís, que dispõe de cadastro com o nome dos comerciantes que atuam durante o carnaval. Cada cesta básica contém 2 quilos de arroz, um pacote de 250g de café, 1 quilo de feijão, 1 quilo de açúcar, óleo de cozinha, um pacote de 200g de leite, um pacote de biscoito água e sal, um pacote de flocão de milho, um pacote de macarrão, 1 quilo de farinha de mandioca e uma lata de sardinha.

Cada pessoa recebeu duas cestas básicas que vieram em muito boa hora, segundo Guaraci Pereira Castro, que mora em uma casa com 12 pessoas. “Está sendo muito difícil para a gente porque a gente já ganha pouco. Sem as festas, que era quando a gente conseguia um dinheiro a mais, piorou muito. Então, eu fiquei muito feliz com essa ação da Prefeitura”, completou


O juiz Douglas de Melo martins, titular da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís decidiu na madrugada desta sexta-feira (19) não renovar o prazo de despacho anterior que proibia música – ao vivo, ou mesmo som mecânico, com DJ, por exemplo – em bares, restaurantes e casas de show do estado como forma de prevenção à propagação da Covid-19.

A restrição acabou à meia-noite, passando a valer, a partir de agora, decretos estaduais ou municipais que tratam do tema.

Festas com até 150 pessoas voltam a ser permitidas também.

Em sua decisão, o magistrado também encaminhou ao Ministério Público uma lista identificando todos os 206 municípios que deixaram de cumprir determinação de detalhar a aplicação de recursos destinados ao combate à pandemia. Todos serão investigados. 

Fonte: Jornalista Gilberto Léda.

 


O prefeito Eduardo Braide reabriu, na manhã desta quinta-feira (18), o Centro de Saúde João Paulo, localizado na Rua Agostinho Torres. A unidade vai fortalecer a rede de atenção básica de saúde da Prefeitura de São Luís, garantindo que os moradores do bairro João Paulo e adjacências tenham acesso aos serviços de saúde municipais perto de suas casas.

 “Este foi um dos compromissos que eu assumi com a comunidade do João Paulo para ainda nos primeiros meses de gestão reabrir esta unidade de saúde que ficou fechada por anos. Agora, quem mora no bairro, conta com um centro de saúde estruturado e com equipes médica e de enfermagem para cuidar da sua saúde sem a necessidade de se deslocar para outras unidades da rede municipal longe de casa, sendo atendido de forma humanizada, com qualidade e comodidade”, afirmou o prefeito.

O Centro de Saúde João Paulo conta com quatro consultórios, sendo dois médicos e dois de enfermagem, sala de curativo, imunização, setor de triagem e farmácia; e oferece atendimentos como acompanhamento de pacientes diabéticos e hipertensos, acompanhamento da saúde do homem, saúde da mulher, incluindo pré-natal, saúde dos idosos, infantil e de adolescentes entre outros serviços, como consultas médicas, curativos, dispensação de medicamentos básicos, além de imunização.

O secretário Municipal de Saúde, Joel Nunes, informou que a unidade vai prestar todo o atendimento que faz parte da atenção básica.

“A comunidade do João Paulo nos pediu a reabertura do posto do bairro que estava desativado há quatro anos e com os serviços sendo prestados de forma improvisada no Sacavém. Agora, retomamos as atividades, reabrindo o posto, com equipamentos novos e equipes de atendimento. Aqui faremos acompanhamento de hipertensos, diabéticos, consultas infantis e com clínico geral, evitando a superlotação das nossas emergências e urgências. E quem ganha com isso é a população do bairro e entorno”, concluiu.