A roupa escolhida por Kim Kardashian para assistir aos desfiles de um dos dias da New York Fashion Week (NYFW) provocou euforia dos internautas.


A principal celebridade do reality show norte-americano Keeping Up With The Kardashians chegou ao NYFW vestida com "calças" pretas completamente transparentes. Para completar o look, Kim vestiu um top curto e um blazer — ambos pretos.
Mas o look chamou atenção de todos não pelo top ou blazer, mas pela calça legging completamente transparente.
A peça de roupa de Kim Kardashian provocou as reações mais agitadas nas redes sociais. Alguns a elogiaram por se arriscar, pois essa é a ideia do evento de moda. No entanto, a maioria dos internautas não gostou da roupa da estrela.
​A coisa mais engraçada no estilo de Kim Kardashian na New York Fashion Week é que ela realmente paga a alguém para deixá-la parecida com uma piada
Desculpa, mais é meia-calça, não é "legging". Dá para ver a costura no centro. Não é um look bonito
Por quê? Isso é moda?
Che Guevara e Fidel Castro
Há 50 anos, foi assassinado o revolucionário mais popular do século XX. O argentino Ernesto "Che" Guevara morreu na Bolívia em 9 de outubro de 1967 lutando pelo seu ideal de justiça social. A Sputnik falou com Oscar Fernández Mell, médico e amigo do mais famoso socialista.
A ligação entre ambos começou em plena guerra contra o regime de Fulgencio Batista Zaldívar, nos finais dos anos cinquenta, quando o exército revolucionário se encontrava em Sierra Maestra. O jovem médico Oscar Fernández Mell estava na parte oeste da cadeia montanhosa. Che se dirigia para a região com um único objetivo: organizar a luta.
"Pela primeira vez que o vi, ele estava andando em sua mula e nos cumprimentamos de passagem. Logo fomos juntos em um jipe pelo caminho terrível, estreito, perto de um abismo e cheio de buracos. O veículo se apagava, retrocedia, diminuía a velocidade e começava a arrancar. Eu ia acompanhando, do lado que dava o vazio", disse à Sputnik Oscar Fernández Mell, que se estava se preparando para viajar à Bolívia a fim de homenagear o líder revolucionário depois de meio século de sua morte.
Che, ao ver o seu rosto de pânico, tentou distraí-lo. Com um tom "bem argentino", disse: "Quando chegarmos ao destino, vou lhe dizer algo muito importante". Assim que chegaram, o médico guerrilheiro começou a trabalhar e esqueceu a promessa, então Fernández Mell o lembrou de que devia contar-lhe alguma coisa. "Confesso que foi a primeira vez que dirigi um carro. Assim era Che", indicou Fernández Mell.
Coisas assim tornavam o argentino uma pessoa "extraordinária". Em Sierra Maestra, um lugar não hospitaleiro, ele construiu o primeiro campo permanente do sítio. Criou um hospital, uma fábrica de armas, uma casa de costura e sapataria. Nas palavras de Mell, "Era um luxo".
Claro que o campo pronto foi detectado pelo exército de Batista e começou a ser bombardeado constantemente do ar. Para evitar, Che "pegou uma bandeira de 26 [Movimento 26 de julho], e a colocou em uma colina a cinco quilômetros de lá", recordou o médico e amigo do revolucionário. "Então os bombardeamentos foram recuados, fomos tirados de perigo. Por coisas assim as pessoas diziam 'são coisas de Che'", adicionou.
O vínculo entre eles não deixou de fortalecer, desde o primeiro encontro "não nos separamos nunca mais", disse Mell, que acima de tudo contou que Che foi o padrinho de suas bodas.
Ambos foram juntos à missão que os revolucionários cubanos começaram no Congo belga, ali deviam "derrubar" o governo e o poder. Claro que o contexto era complexo. Aconteceram ali, segundo Mell, três coisas que Che "não podia resolver".
"A informação não era certa. Não havia combatentes para organizar, mas pessoas dispersas sem nenhuma organização militar. Além do mais, o governo da Tanzânia permitiu que passassem os combatentes cubanos pelo seu território na direção do Congo belga, contudo uma personalidade como Che, reconhecida a nível mundial pelo estatuto revolucionário, causou problemas a nível político", disse o amigo do argentino.
"Por último, os dirigentes congolenses encontraram Che quando ele estava dentro do território. Teve que desaparecer durante algum tempo. Teve muitas dificuldades para se consolidar, embora todas as invasões cubanas tenham sido favoráveis", continuou.


Terminada a expedição congolense dos amigos que nunca voltaram a se ver. Che passou para outra etapa de luta revolucionária que o levara à Bolívia, de onde ele jamais saíra. Mell, por sua vez, ficou a cargo de um grupo de soldados que deviam resgatar outros cubanos que tinham ficado atrás.
Mell está certo de que o objetivo de Che não era Bolívia, mas Argentina. "Aquele solo era um passo para seguir na direção do sul. Queria levar revolução ao seu país", disse.
Quando começou a circular a informação de que Che tinha sido assassinado, Fernández Mell já se encontrava em Havana. O médico lembra exatamente como foi esse momento: "Estava no Ministério das Forças Armadas e Ramiro Valdés Menéndez [atual vice-presidente do Conselho de Estado] nos comunicou a notícia", recorda.
"Nesse momento percebi que perdi mais um amigo, perdi um homem que me ensinou a ser revolucionário. Foi algo doloroso para mim", lembrou e admitiu que mesmo depois de 50 anos ainda sente saudades de seu amigo.
Ex-presidente brasileira, Dilma Rousseff, durante entrevista com Sputnik Brasil em Moscou, 6 de outubro de 2017

Como serão as futuras presidenciais no Brasil? Por que não se constrói uma grande coalizão de esquerda no país verde e amarelo? Em uma entrevista exclusiva à Sputnik Brasil em Moscou, a ex-presidente do Brasil, Dilma Rousseff, revelou as respostas a essas e muitas outras perguntas pendentes.
Entre os dias 2 e 6 de outubro, ex-chefe de Estado brasileiro, a petista Dilma Rousseff, tem estado com uma visita nas cidades russas de Moscou e São Petersburgo. A Sputnik Brasil teve uma oportunidade única de entrevistar a senhora ex-presidente para falar dos assuntos internos e internacionais.
Sputnik Brasil: Proponho que comecemos com os eventos mais recentes. Como a senhora poderia caracterizar a agenda da sua visita à Rússia? De quem foi a ideia da viagem e quais foram as organizações russas que ajudaram a senhora com a organização da visita?
Dilma Rousseff: Olha, a ideia dessa minha viagem à Rússia tem a ver com uma organização que é compartilhada com algumas universidades, mais precisamente 3 universidades, e o CLACSO que é o Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais. Essas universidades enviaram um convite e no marco da relação delas com o CLACSO eu vim aqui, falar basicamente nas áreas que são áreas que se dedicam ao estudo da América Latina. […] Então, isso, eu diria para você, é um marco geral. Um marco específico é o meu interesse como ex-presidente, embora legitimamente eleita, e o meu mandato ainda não terminou, é para esclarecer a situação do Brasil para o mundo. […] Tem um objetivo fundamental de conscientizar quais são as características do golpe, como é que ele se desenvolve e […] o que está em vias de acontecer no Brasil no próximo ano, que é um ano fundamentalmente… que marca um encontro do Brasil consigo mesmo, porque é um ano democrático, é um ano das eleições presidenciais.
Em conversa com a Sputnik, Dilma destacou que já fez várias viagens desse tipo, inclusive para Espanha, Portugal, toda a costa oeste dos EUA, isto é, a costa do Pacifico. À Rússia ela veio de Helsinque, seguindo para a Universidade de São Petersburgo e Universidade de Moscou, Academia de Ciências da Rússia e o Instituto de Estudos Latino-Americanos.
SB: Sim, falando das presidenciais. Falta quase um ano exato para as eleições presidenciais no Brasil de 2018. Nesse respeito, qual é a previsão da senhora — com candidatura de Lula e sem participação dele?

DR: A minha previsão é que… Eu sofri um golpe parlamentar midiático. Este golpe parlamentar se deu porque por quatro vezes consecutivas nós derrotamos o projeto neoliberal, tanto do ponto de vista econômico-social, quanto do ponto de vista geopolítico. Esse projeto tem como caraterística implantar no Brasil um regime que já tentaram antes, que consiste em redução do Estado brasileiro. […] Bom, tudo que está acontecendo no Brasil hoje tem a ver com o golpe que foi dado, que se completou em agosto de 2016, mas que foi planejado e executado a partir de 3 meses depois que eu ganhei as eleições por 54 milhões e meio de votos. Criaram todas as condições, acirrando a crise econômica, porque jogaram sobre a crise econômica, aquela crise que atingiu todos os países emergentes, inclusive a Rússia, a China.
Continuando o tema, a ex-presidente afirmou que os apoiantes do "projeto neoliberal" que não conseguiram implantar suas ideias através de uma eleição geral, ou seja, um pleito, aproveitaram um momento certo de crise e uma espécie de vácuo econômico para "criar uma crise política e com isso suspender o regime democrático".
Dilma insistiu em sublinhar que o PT, pelo contrário, derrotou o projeto agora implantado de forma forçada por 4 vezes consecutivas, fazendo avançar seu programa de desenvolvimento econômico, com grande redução de desigualdade e com afirmação da soberania brasileira.
"Tendo em vista que queriam enquadrar o Brasil, porque não conseguiam através das eleições, […] inventam um motivo. Qual é o motivo que inventam? Inventam que há questões orçamentárias, porque não podem me acusar de corrupção. Acusam das questões orçamentárias que todos os governos praticaram. Daí, este processo ocorre.
Eles me tiram do governo. Quando me tiram do governo, eles aproveitam para implantar no Brasil num período curto de tempo, que é pós-agosto de 2016, o quê? O que não tinham conseguido ganhar por eleição", defendeu a ex-presidente.
Críticas ao governo atual
Além disso, ela assinalou que as ações do atual governo não fazem nada senão "ferir a democracia", introduzindo emendas constitucionais que implicam "absoluta neoliberalização do orçamento" como congelamento de todos os gastos sociais por 20 anos.
"A democracia se baseia no seguinte: cada presidente tem direito de ter seu programa social e econômico. Se você define um programa social por 20 anos, você fere o direito constitucional de cada um dos eleitores que escolheu o presidente que lhes interessa. […] Então eles continuaram nesse processo. No mesmo tempo, eles desmontaram todas as políticas sociais que nós fizemos neste período", manifestou Dilma, advertindo, porém, que o ano de 2018 será algo que poderá fazer a justiça voltar ao palco interno do país.
Aliás, enfatizou, dado o crescente grau de impopularidade do atual presidente, as pessoas já começaram se dando conta de que "houve golpe" e esse, respectivamente, "trouxe uma perda de direitos econômicos e sociais".
"Querem vender o Brasil a preço barato, inclusive o patrimônio brasileiro. Abrem terras para estrangeiros, querem privatizar empresas de energia elétrica que controlam todas as grandes hidroelétricas, estão vendendo partes do pré-sal. […] Até um grupo de senadores já enviou cartas às embaixadas de todos os países, avisando o seguinte: não comprem, não comprem o que o Brasil está vendendo, porque nós vamos rever. Então, vai haver uma insegurança jurídica se você se forçar a compra. Esta é a continuidade do golpe", criticou.
Mas como 'se novelizou' a queda do PT?
Falando da possível participação de Lula nas eleições de 2018, a Dilma assegurou: os seus adversários políticos tinham previsto tal cenário e agiram de forma para impedir completamente a potencial participação petista na governança.
"Só me tirar não bastava. Me tira, tá. Nós damos uma volta e voltamos. Então tinha que liquidar a maior liderança política. Começou, então, o processo de perseguição ao Lula", afirmou.
Falando da situação política criada no establishment político brasileiro nos últimos anos, a ex-líder brasileira demonstrou um conhecimento bem profundo de ciências sociais, citando uma série de noções para ilustrar o acontecido.
"E institui-se o que se chama estado de exceção. Quem teorizou sobre o estado de exceção […] foi um italiano Giorgio Agamben, que mostra que o estado de exceção convive com o estado democrático. […] O que eu interpreto é que medidas de exceção, a maior delas é um impeachment, começa a corroer por dentro a democracia. E aí, eles completam esse processo com algo que outro intelectual, desta vez americano, Comaroff, concebeu em termos teóricos como algo que chamou de "lawfare". De lei, "law", e "fare", de guerra. A guerra da lei. Esta guerra da lei consiste em você utilizar como instrumento de combate político não a praxe, a prática democrática", explicou a petista.
De acordo com Dilma, no "lawfare" (em analogia com a palavra inglesa "warfare", ou seja "guerra" ou "equipamento militar"), a lei é usada para matar o adversário politicamente, civilmente, moralmente, acusando-o de praticar algum crime.
"Se mais tarde se prova que este adversário foi inocente, não tem importância. Ele já foi tirado do campo de batalha político", adiantou.
E, de fato, os conceitos cunhados pelos intelectuais ocidentais deram certo. Tanto o Lula, como Dilma e todo o PT em geral, sofreram um "profundo desgaste".
"Caiu a popularidade do partido, caiu a popularidade do Lula, nós tivemos uma situação que, combinada com o impeachment, é uma situação grave", confessou, frisando, sobretudo, o papel da mídia no processo, dado que esta, na opinião da ex-presidente, é "oligopolista" e se caracteriza por uma "concentração absurda", na qual um órgão de comunicação tem "só uma orientação, uma opinião" e é "antidemocrática".
E vai haver regresso?
De acordo com Dilma, a vida do modelo atual implantado, em sua opinião, de maneira ilegítima, não vai durar.
"Eles querem voltar ao momento anterior, onde o dinheiro do Estado brasileiro era dominantemente usado para os setores mais ricos. Isso a população percebe imediatamente, porque com o passar dos meses cada vez mais se aprofunda a perda de direitos. Então a população passa a perceber a ponto do atual presidente só ter 3 por cento de aprovação. De cada 100 pessoas, só 3 o apoiam", defendeu.
Quanto à possível candidatura de Lula e sua atual aprovação, Dilma se mostrou mais que otimista. Mais que isso, a ex-presidente defendeu: para a democracia brasileira "é crucial que Lula volte para recompor não só as condições econômico-sociais, mas as condições políticas".

"E, ao mesmo tempo, essa primeira parte que eu falei leva a que o presidente Lula tenha 35 por cento, mínimos, 36… Que é mais da metade de qualquer outro candidato nessa etapa. Mas, ao mesmo tempo, a rejeição que tinha sido construída contra ele cai. Por que ela cai? Por que as pessoas começam a perceber que é a perseguição política", continuou.
Além disso, Dilma Rousseff defendeu que a tática escolhida pelo governo atual e pelos principais "construtores" da sua destituição acabou por afetar eles mesmos.
"Mas como na democracia todos são iguais perante a lei, tem essa igualdade formal perante a lei, começa a dispersar os ataques e atinge o atual presidente, atinge todo o governo dele. Atinge também aqueles que lideraram o impeachment: o ex-presidente da Câmara [Eduardo Cunha], que vai preso lá em Curitiba e, hoje, todos os que lideraram o impeachment, todos. Ou estão presos, ou estão com um processo muito forte. Por conta disso, se abre uma caixa de Pandora e os monstros devoram quem abriu", concluiu.
Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente do Brasil e líder do PT
© REUTERS/ PAULO WHITAKER

O presidente dos EUA Donald Trump

O senador norte-americano Bob Corker declarou que a política do presidente dos EUA, Donald Trump, pode levar a um conflito de grande escala.

O presidente do Comitê para Relações Exteriores do Senado, Bob Corker, disse em entrevista ao jornal The New York Times, publicada no domingo (8), que as ameaças do presidente dos EUA, Donald Trump, podem levar o país à Terceira Guerra Mundial.
Segundo o senador, Trump desempenha seu cargo como se fosse um "reality show". "Ele me deixa preocupado. Todos que se importam com nossa nação deveriam ficar preocupados", afirmou Corker.
Além disso, o senador acusou Trump de afetar negativamente os esforços diplomáticos dos EUA através de suas publicações no Twitter.
"Houve casos que as suas mensagens no Twitter prejudicaram as negociações", disse o senador, não dando exemplos concretos.
Anteriormente, Corker declarou que não apresentará a sua candidatura para a reeleição no terceiro mandato nas eleições intercalares em 2018. Trump comentou essa decisão no Twitter, dizendo que o senador "não teve coragem para concorrer" e que lhe foi negado o cargo de secretário de Estado por ser um dos responsáveis pelo acordo nuclear com o Irã.
Corker, por sua vez, disse que "a Casa Branca tem se tornado um jardim de infância".
Nos últimos tempos, Washington e Pyongyang têm trocado ameaças. Trump aproveitou o seu primeiro discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas para ameaçar mais uma vez a Coreia do Norte, prometendo destruir o país se Pyongyang não parar de colocar a segurança internacional em risco com seus testes nucleares e de mísseis.

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O deputado Zé Inácio (PT) na manhã desta sexta-feira 06/10, esteve reunido com o presidente do Procon Duarte Júnior, o vice-presidente do Sindicato dos Vigilantes Daniel Pavão, e a secretária do Sindicato dos Bancários Edna Vasconcelos, para tratar sobre a fiscalização quanto ao cumprimento da Lei de autoria do parlamentar, que garante vigilância armada 24 horas nas agências bancárias do Estado.

Foram pautados o andamento da fiscalização, notificações e aplicação das multas às agências bancárias que estão descumprindo a Lei.

“Agradecemos ao Procon que assim que a lei foi sancionada garantiu que ela fosse cumprida. E estamos agora trabalhando junto com o Ministério Público, o Procon, mais o sindicato dos vigilantes e dos bancários para dar cumprimento a lei”, disse Zé Inácio.

O presidente do Procon, Duarte Júnior, explicou que as sete agências que foram autuadas por descumprimento à Lei estadual, querem justificar que a garantia da segurança nos estabelecimentos bancários é de responsabilidade do Estado. “A vigilância armada nas agências é primordial tanto pela questão social como pela econômica, e está na súmula 479, do Superior Tribunal de Justiça-STJ, que os bancos devem garantir a segurança dos consumidores”, explicou.

Ao término da reunião, Duarte Júnior, informou que o Procon, além da fiscalização com aplicabilidade das multas, as agências em não cumprimento aos prazos estão sujeitas a serem incluídas na dívida ativa do Estado. O Instituto pretende ainda ingressar com uma Ação Civil Pública requerendo o cumprimento da Lei a todas as agências bancárias do Maranhão.
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A dona de casa Márcia Assis de Andrade já participa de aulões de zumba há 8 meses. "Acho muito bom, pois perco calorias, entro em forma e ainda faço amizades. É muito importante pra saúde, e trazer a aula pra um evento como esse, tão movimentado, é bom para influenciar as pessoas a praticarem atividade física", disse ela que participou do aulão de zumba, uma novidade da Ferinha São Luís deste domingo (8). O evento é um projeto da Prefeitura desenvolvido por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa) e ocorre todos os domingos, na Praça Benedito Leite, das 7h às 15h.
O titular da Semapa, Ivaldo Rodrigues, explica que unir zumba ao projeto é mais uma demonstração do espaço democrático que é a Feirinha São Luís. "Trazer a prática de atividades físicas para a Feirinha é importante para mostrar que nosso lazer pode ser aproveitado de forma saudável e que podemos unir a uma boa alimentação, com produtos saudáveis, como por exemplo, os agroecológicos vendidos aqui também", disse o secretário.
Além da zumba, a programação contou ainda com a Banda da Feirinha, show de Luís Guerreiro e banda Marafricanto; Arlindo Pipiu com Tributo a Tim Maia, Padre César, Boi Brilho da Juventude e Pepê Júnior e banda.
A Feirinha São Luís tem promovido a reocupação do Centro Histórico desde junho, com o objetivo principal de divulgar e comercializar a produção agrícola familiar da capital e também divulgar as artes plásticas, artesanato, cultura, gastronomia e literatura.
O fortalecimento da agricultura familiar tem sido uma das bandeiras da gestão do prefeito Edivaldo que visa dar oportunidade ao produtor de ter mais um espaço de comercialização dos seus produtos. Além do viés da agricultura, a Feirinha também tem atraído grande público em razão de agregar cultura, artesanato e gastronomia em um mesmo espaço.
CULINÁRIA
Ponto alto da gastronomia no evento, a Barraca do Chef teve como convidado nesse domingo Warwick Trinta, do Restaurante Alameda Trinta, que vai trazer em seu menu delícias como hambúrguer artesanal, espetinho de filé de sol e feijoada de frutos do mar. A proposta da Barraca do Chef é que a cada edição, seja apresentado um cardápio com a marca de cada profissional.
Lukas Eindenhammer veio da Austrália e achou a Feirinha uma maravilha. "Quando chegamos em uma cidade e encontramos esse tipo de projeto, é muito bom, pois podemos conhecer a cultura do povo de forma mais intensa, vim passar dois dias em São Luís e posso dizer que é um lugar adorável, onde pretendo voltar para aproveitar mais", disse o turista australiano.
Participam da Feirinha 11 polos da grande Ilha, que comercializam produtos diversos a preços competitivos, distribuídos em mais de 90 pontos de comércio, movimentando o turismo na capital e a geração de renda. A Feirinha conta com 29 barracas para venda de produtos agrícolas, 25 para artesanato, 19 de alimentação e 13 food trucks.




No próximo dia 9, os povos libertários completam 50 anos sem a figura física de Ernesto Che Guevara. A data representa sobretudo a incansável luta de Che contra o imperialismo e por justiça social.“Si usted es capaz de temblar de indignación cada vez que se comete una injusticia en el mundo, somos compañeros”




Ernesto “Che” Guevara é um dos rostos mais conhecidos e mais reproduzidos do mundo. O jovem argentino da cidade de Rosário partiu de sua pátria em 1951 aos 23 anos pouco antes de se formar em Medicina e partiu por uma viagem pela América Latina, da Argentina à Venezuela. Partia para uma missão sem volta no despertar de seu espírito revolucionário.
De espírito crítico e conhecedor da realidade da região, seu legado internacionalista, na luta contra o imperialismo e pela libertação dos povos – sobretudo daqueles do Sul global –, é lembrado e exaltado por aquelas e aqueles que, assim como Che, acreditam e defendem a justiça social para os povos.
Não foi em vão que Che Guevara foi considerado até mesmo pela revista Time uma das cem personalidades mais importantes do século XX. Che, como foi apelidado pelos cubanos por ser argentino, tem grande influência no pensamento político socialista e libertário da região como poucos. Sua principal obra, sem dúvida, foi ao lado de Fidel Castro e representa a grandiosidade de seu pensamento: a Revolução Cubana. Juntos, lideraram o movimento que deu fim ao governo ditatorial de Fulgêncio Batista na ilha caribenha e reorganizaram o Estado, tendo desempenhado funções de grande importância no governo de Fidel Castro como ministro, presidente do Banco Nacional e cabeça na área econômica do projeto ali estabelecido.
Quando pensou já ter cumprido ali sua missão, em outubro de 1965 marcha para outros países para ajudar na construção dos sonhos de liberdade de outros povos, porque homens como ele tem na alma um profundo sentimento humanista e internacionalista. Em sua carta a Fidel, Che se despede de Fidel e do Partido, imortalizando a frase “Hasta la victoria, siempre”.
Che se foi fisicamente há 50 anos. Foi capturado em 9 de outubro de 1967 e executado no dia seguinte pelo exército boliviano com apoio da CIA. Suas mãos foram arrancadas e enviadas a Cuba para que fosse identificada sua morte. Um idealizador, guerrilheiro heróico e incansável se foi; mas deixou conosco seu pensamento como seu legado mais valioso. Fernando Birri, cineasta argentino, fez uso da figura de Che para falar sobre utopias em seu 30º aniversário de desaparição. Por certo, vinte anos depois, Che continua sendo uma das fontes que nutre a utopia como defende Birri: “a utopia serve para caminhar”. Caminhemos, seguiremos em luta pela transformação social para nossos povos nutridos por seu legado ético, ideológico e internacionalista. Como dizia: “podem morrer as pessoas, mas jamais suas ideias”.




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PT CONDENA MANOBRA DE TEMER PARA FAVORECER MILIONÁRIOS EM ELEIÇÕES




Em nota, os líderes do PT na Câmara e no Senado, Carlos Zarattini (SP) e Lindbergh Farias (RJ), repudiam e definem como "mais um golpe na democracia" os vetos de Michel Temer a artigos fundamentais da reforma política aprovada por unanimidade pelo Congresso; "Os vetos ao teto de autofinanciamento de candidatos e de doações privilegiam os que têm mais recursos financeiros e acesso ao grande capital, configurando grave distorção da democracia. Temer violou a soberania do Congresso Nacional e fez uma opção por privilegiar o dinheiro nas eleições", afirmam os parlamentares; ao vetar trecho da reforma sobre o tema, Temer mantém a regra atual segundo a qual um candidato pode aportar 100% de doações para sua campanha, desde que respeitados os limites de gastos para o cargo que postula.
247 - Em nota, os líderes do PT na Câmara e no Senado, deputado Carlos Zarattini (SP) e senador Lindbergh Farias (RJ), repudiam e definem como "mais um golpe na democracia" os vetos de Michel Temer a artigos fundamentais da reforma política aprovada por unanimidade pelo Congresso.
Ao vetar trecho da reforma sobre o tema, Temer manteve a regra atual segundo a qual um candidato pode aportar 100% de doações para sua campanha, desde que respeitados os limites de gastos para o cargo que postula (leia mais).
"Temer violou a soberania do Congresso Nacional e fez uma opção por privilegiar o dinheiro nas eleições", afirmam os parlamentares em nome do PT. "Os dois vetos de Temer privilegiam candidatos com proximidade ao grande capital ou que tenham grandes fortunas. Tenta-se criar, assim, a democracia dos ricos, uma plutocracia em pleno século 21", acrescentam.
Leia abaixo a íntegra da nota:
MAIS UM GOLPE NA DEMOCRACIA
As bancadas do PT na Câmara e no Senado repudiam os vetos do presidente Michel Temer a artigos fundamentais da reforma política aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional. Os vetos ao teto de autofinanciamento de candidatos e de doações privilegiam os que têm mais recursos financeiros e acesso ao grande capital, configurando grave distorção da democracia. Temer violou a soberania do Congresso Nacional e fez uma opção por privilegiar o dinheiro nas eleições.
As regras aprovadas limitavam as doações de um candidato para sua própria campanha, mas agora, com o veto, poderão aportar até 100%. O veto a doações de pessoas físicas a dez salários mínimos, mantendo a redação da lei atual, que prevê doações de até 10% de seu rendimento bruto, é outro retrocesso inconcebível. Em resumo, os dois vetos de Temer privilegiam candidatos com proximidade ao grande capital ou que tenham grandes fortunas. Tenta-se criar, assim, a democracia dos ricos, uma plutocracia em pleno século 21.
A reforma política avançou em pontos importantes, como o estabelecimento de cláusulas de barreira, o fim das coligações, a instituição de um fundo eleitoral e a criação do teto de gastos. Temer, porém, ao promover os vetos, alterou de forma radical a estrutura central do que foi aprovado.
Avanços democráticos foram anulados com uma só canetada por um presidente que deixa claro que está ao lado daqueles que tentam, neste momento, criar fundos de apoio a candidatos alinhados a interesses externos e a setores privilegiados da sociedade brasileira.
O Partido dos Trabalhadores, por meio das bancadas do PT na Câmara e no Senado, atuou para garantir um sistema eleitoral mais justo, a fim de tornar as eleições mais democráticas e equilibradas, e acabar de vez com o financiamento empresarial no País. As Bancadas do Partido dos Trabalhadores na Câmara e no Senado vão lutar, junto com outros partidos, para derrubar os vetos de Temer
Brasília, 7 de outubro de 2017
Carlos Zarattini (SP), líder do Partido dos Trabalhadores na Câmara dos Deputados
Lindbergh Farias (RJ), líder do Partido dos Trabalhadores no Senado

Vladimir Putin, presidente da Rússia, durante visita a Atenas em maio de 2016

Uma pesquisa realizada recentemente na Grécia revelou que a população do país, em geral, possui uma atitude particularmente positiva em relação à Rússia e ao presidente russo, Vladimir Putin, considerado mais confiável do que outros líderes mundiais. No entanto, a maioria considera que Atenas deve fortalecer seus laços com a União Europeia.


Segundo a sondagem, feita por sociólogos da Universidade da Macedônia para o jornal Kathimerini e divulgada neste domingo, 57,3% dos participantes teriam uma visão positiva da Rússia, enquanto 67% aprovariam Vladimir Putin. Por outro lado, outros 25% teriam aversão ao líder russo. 
A título de comparação, 40,5% dos entrevistados disseram ter atitude positiva em relação à chanceler da Alemanha, Angela Merkel, e apenas 16,5% confessaram admirar o atual chefe de Estado norte-americano, Donald Trump. Enquanto Merkel apresenta uma taxa de rejeição de 56%, a de Trump chega a 73%. Perguntados sobre qual líder mundial seria mais confiável, 41,5% votaram em Putin, 27,5% escolheram Merkel e 5% indicaram Donald Trump. 
Apesar da boa taxa de aprovação de Moscou e Putin, 68% dos gregos disseram preferir um país da União Europeia para realizar seus estudos, enquanto 23,5% escolheriam os Estados Unidos e apenas 3,5% gostariam de ir para a Rússia. Além disso, apenas 24,5% consideram que a Grécia deveria favorecer o fortalecimento das relações com a Rússia, enquanto 47,5% preferem estreitar os laços com a UE e 9%, com os EUA. 


A irmã mais nova do líder norte-coreano, Kim Yo-jong, foi eleita membro suplente do politburo do Partido dos Trabalhadores da Coreia, informou a Agência Telegráfica Central da Coreia (KCNA).



Kim Yo-jong, 30 anos, estudou em uma escola suíça, tal como seu irmão, Kim Jong-un.
Em 2014, ela foi eleita para o Parlamento da Coreia do Norte e em maio de 2016 entrou para o Comitê Central do partido no poder.
A sua ascensão a membro suplente do politburo ocorreu na reunião plenária do comitê central que teve lugar em Pyongyang em 7 de outubro, nas vésperas do aniversário do Partido dos Trabalhadores da Coreia que se comemora no dia 10 de outubro.
Durante a sessão plenária, Choe Ryong-hae, de 67 anos, vice-presidente do partido e um dos assistentes mais próximos do atual líder, foi eleito membro da poderosa Comissão Militar Central.


A irmã mais nova do líder norte-coreano, Kim Yo-jong


Um dia bastante especial para as mulheres que utilizam os serviços do Hospital Municipal da Mulher, no Anjo da Guarda. A manhã deste sábado (07), foi para elas, que participaram de evento alusivo à campanha Outubro Rosa, ação nacional de conscientização e prevenção ao câncer de mama. As atividades integraram o cronograma do 'Todos por São Luís', da Prefeitura, sendo esta edição especial que marcou o início da programação da campanha no município. O prefeito Edivaldo, a primeira-dama, Camila Holanda, que coordena o programa, e o secretário de Saúde, Lula Fylho, participaram do evento. Um café da manhã foi preparado para as mulheres que compareceram à ação.
O evento teve como foco ofertar atendimentos voltados à saúde feminina, incluindo consultas, exames e muita informação. "A escolha do Hospital da Mulher para este momento tem seu simbolismo por ser um espaço adequado e pensado para que a mulher se previna e cuide de sua saúde. É um dia de reflexão e de ressaltar a importância da prevenção para todas as mulheres da nossa cidade", pontuou o prefeito Edivaldo, que visitou todos os estandes onde cumprimentou e conversou com os profissionais do atendimento e com o público. "Esse é também um momento importante para os homens se unirem à esta causa e participarem, estimulando a mulher a se cuidar", reforçou o prefeito Edivaldo.
A primeira-dama Camila Holanda, destacou a importância do compromisso da Prefeitura na campanha nacional. "É mais uma mobilização positiva da gestão, que prioriza o atendimento à mulher, com foco em sua prevenção e nesta data tão significativa a contribuição se faz com essa vasta programação pensada para todas as mulheres. A gestão vem ampliando os serviços, aumentando as oportunidades para a saúde feminina e coroamos isto com esta importante campanha e as ações deste evento", disse a primeira-dama.
O secretário municipal de Saúde (Semus), Lula Fylho, enfatizou que as atividades promovidas na campanha Outubro Rosa têm como objetivo intensificar e reforçar os atendimentos de prevenção ao câncer de mama. "Nesta campanha é importante promover o debate e a reflexão sobre a necessidade dos cuidados precoces para evitar a doença. Paralelamente, a gestão vem, com muito esforço, investindo para ampliar os atendimentos à mulher", reiterou.
A ação tem a parceria com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Mulher (Semu). Esteve presente ainda à ação, a secretária municipal de Turismo (Setur), Socorro Araújo; a superintendente de Vigilância Sanitária e Epidemiológica da Semus, Terezinha Lobo; o secretário municipal de Agricultura e Pesca (Semana), Ivaldo Rodrigues; o procurador-geral do município, Rodrigo Braide; e lideranças do bairro. O evento contou com momento de oração, apresentação da Banda Municipal e de grupo musical. 
MOBILIZAÇÃO
Para a diretora geral do hospital, Natália Ribeiro, o evento é especial pois "promove a mobilização das mulheres para que possam manter e cuidar de sua saúde, se prevenir e conhecer mais sobre essa doença. Na unidade estamos sempre de portas abertas para orientar, atender e informar a mulher com o oferecimento do nosso conjunto de serviços", disse.
Segundo o Instituto Nacional do Cancêr (Inca) a prevenção é fator importante para que a doença seja detectada na fase inicial, pois possibilitam chances de cura em mais de 95% dos casos. As ações do Outubro Rosa na capital uniram momentos de discussões e reflexão com os atendimentos de saúde preventiva.
Para Eliene Leite Costa, 46 anos, a edição do programa trouxe vários serviços importantes. "Aqui a gente pode fazer consultas médicas e ganhar mais tempo. É um bom serviço", disse. Ela aproveitou o evento para fazer consulta com clínico geral.
A professora Celina de Jesus Pereira, 60 anos, consultou com oftalmologista e prestigiou a programação cultural do evento. "Essa consulta eu já precisava fazer e aqui foi a oportunidade ideal. Gostei bastante dos serviços e da programação geral", afirmou.
Entre as ações programadas para o 'Todos por São Luís' especial, presença da Carreta da Mamografia para a realização deste que é o mais importante exame diagnóstico do câncer de mama; a Carreta da Mulher, para coleta de exames preventivos ginecológicos; além de consultas especializadas de mastologia, ginecologia e enfermagem. A procura foi grande e lotou as salas de atendimento.
No local, a população realizou também aferição de pressão arterial e teste de glicemia sob coordenação da Semus. Avaliação nutricional com distribuição de material informativo sobre alimentação saudável e prova de sucos naturais foram oferecidas na tenda da Secretaria Municipal de Segurança Alimentar (Semsa).
PROGRAMAÇÃO
O cronograma do Outubro Rosa contempla várias ações promovidas neste mês, em parceria com o Hospital Aldenora Belo e o Hospital da Mulher. Incluídos ainda os centros de saúde Paulo Ramos, no Centro; Expedito Alves, no Residencial Alexandra Tavares; Coroadinho; Centro de Saúde Turu II; Unidade Mista do Bequimão; e Centro de Saúde Quebra Pote, na zona rural.
Nas unidades serão realizadas ações como coleta para exames preventivos, vacinas contra HPV, consultas médicas, agendamento para rastreamento de mamografia, avaliação nutricional, espaço beleza, zumba saúde para todas, entre outras atividades.