Rival de Le Pen constrói sua campanha com base em 'acusações falsas contra Sputnik'.

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A editora-chefe do canal RT e da agência Sputnik, Margarita Simonyan, comentou as acusações contra as respectivas mídias lançadas pelo presidenciável francês Emmanuel Macron.

"Nos sentimos lisonjeados por a equipe de Macron continuar a construir sua campanha eleitoral em torno das mentiras sobre o RT e a Sputnik. Não é muito elegante, mas é engraçado", diz-se em um comunicado de Simonyan.
Mais cedo neste sábado (4), o conselheiro de Macron se manifestou mais uma vez crítico em relação à agência russa Sputnik e ao canal RT, acusando-os de divulgar informações falsas sobre si. Ao mesmo tempo, ele voltou a não apresentar quaisquer provas para justificar suas declarações.

Já não é a primeira vez que a equipe de Macron faz este tipo de acusações. Nos meados de fevereiro, a equipe eleitoral do movimento Em Marcha! (Em Marche) liderado pelo candidato, bem como dois simpatizantes do político, afirmaram ter havido ciberataques a partir do território russo contra a sede de campanha e sua base de dados.
A assessoria de imprensa da Sputnik já rechaçou as palavras do conselheiro, afirmando que elas representam mais uma tentativa de manipulação da opinião pública.

Anteriormente, a agência Sputnik França e o RT negaram as acusações de Macron sobre os alegados ataques contra ele efetuados pela mídia russa, chamando-as de falsas e injustificadas. Ao mesmo tempo, a Sputnik França convidou o ex-ministro da Economia (Macron) a visitar o seu escritório para que este pudesse explicar a sua postura.


Segundo comunicou a Sputnik França, foram empreendidas diversas tentativas de contatar os representantes de Macron para falar sobre as informações alegadamente falsas. Em particular, a última tentativa foi feita na quinta-feira (2) mas, tal como outras, acabou por não receber resposta. Vale ressaltar que os representantes de Macron têm sido muitas vezes convidados a participar em programas do RT para esclarecer sua posição e apresentar provas, mas a equipe do presidenciável tem recusado sempre os convites.
Ao comentar a situação, a representante oficial da chancelaria russa, Maria Zakharova, pressupôs que são os louros da ex-candidata à presidência dos EUA Hillary Clinton que não dão sossego a Macron.

Margarita Simonyan, editora-chefe da Sputnik e canal RT
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